Pois é, a Arte da Imperfeição começa quando a gente reconhece e aceita nossa tola condição humana. Véronique Vienne dividiu seu manual em dez capítulos de títulos muito sugestivos: a arte de cometer erros, a arte de ser tímido, a arte de se parecer consigo mesmo, a arte de não ter nada para vestir, a arte de não ter razão, a arte de ser desorganizado, a arte de ter gosto, não bom-gosto, a arte de não saber o que fazer, a arte de ser tolo, a arte de não ser nem rico nem famoso. E encerra o livro com 10 boas razões para ser uma pessoa comum.
“A história está cheia de criaturas incompetentes que foram muitíssimo amadas, desajeitados com personalidades cativantes e gente boba que encanta a todos com seu jeito despretensioso”.
O segredo? Aceitar nossas falhas com a mesma graça e humildade com que aceitamos nossas melhores qualidades”, ela diz. E propõe: “Perdoe a si mesmo. (…) Você não precisa ser perfeito para ser um ser humano bem-sucedido. De fato, com mais freqüência do que imaginamos, o desejo de acertar impede as coisas de melhorarem e a necessidade de estar no controle aumenta a desordem e o caos”.
http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/2007/11/03/
Um comentário:
Bom, sobre o desorganizado... estava aqui refletindo, existem dois tipos de desorganizados:
1- aquele que a vida é um caos e ele não faz a menor ideia de por onde começar a arrumar e organizar as coisas;
2- aquele que sabe que a vida tá uma baderna, que sabe o que precisaria fazer para arrumar as coisas, mas, simplesmente não consegue...
É foda, a 2ª sou eu! rs...e eu juro que tento... Não consigo obter muito sucesso, dai vou vivendo...rs
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